Rafael Moretti
Coordena o centro de monitoramento. Passou uma década em times de resposta a incidentes antes de fundar a casa.
Sobre a Velora Index
Existimos porque a segurança, na maioria das empresas, vive espalhada entre fornecedores, planilhas e boas intenções. Nosso trabalho é dar a ela um dono e uma disciplina.
A origem
Em 2013, três engenheiros que se conheceram respondendo a um vazamento em um banco de médio porte decidiram que havia um jeito melhor de fazer aquilo. Não vender caixas. Não empurrar licenças. Sentar com o cliente, entender o que ele tinha a perder e construir defesa a partir daí.
Treze anos depois, o formato mudou pouco. Crescemos, montamos um centro de operações próprio no Itaim Bibi e passamos a acompanhar mais de cem ambientes ao mesmo tempo. A premissa continua a mesma: segurança é uma prática que se mantém, não um produto que se instala.
Trabalhamos com times pequenos e dedicados. Cada cliente tem pessoas que conhecem o seu ambiente pelo nome — não um número de chamado numa fila anônima.
Preferimos dizer o que não conseguimos garantir a prometer tranquilidade que não se sustenta. Confiança se constrói com honestidade técnica.
O que nos orienta
Como pensamos
Não são valores de parede. São critérios que usamos quando precisamos decidir sob pressão, no meio de um incidente ou de uma proposta.
Quem conduz
Coordena o centro de monitoramento. Passou uma década em times de resposta a incidentes antes de fundar a casa.
Lidera os testes de intrusão. Acredita que a melhor defesa nasce de entender, na prática, como um atacante pensa.
Traduz exigências regulatórias em controles verificáveis. Ponte entre o jurídico do cliente e a equipe técnica.
Próximo passo
Marque uma conversa. Explicamos o método em detalhe e ouvimos o contexto do seu ambiente antes de qualquer proposta.